Venha quem quiser e seja como for
– por Monique Belmont
Eu acho que temos que ter certeza do que somos. É difícil alguém impor, de uma forma tranquila, o seu jeito de ser e fazer com que todos gostem assim, sem mudança ou com poucas adaptações. A gente conhece alguém e logo de cara se identifica ou não. Pode não existir amor à primeira vista, mas a simpatia ou é instantânea ou dificilmente acontece depois.
Então, depois dessa “simpatia miojo” é que se começa a construir os alicerces pra chegada do amor. Vem o tempo e junto com ele as descobertas do imperfeito, da sintonia, das marcas… E a gente gosta mais ou então desgosta. Eu, particularmente, não consigo me acostumar com certas opiniões pessoais, mas as aceito e até as defendo diante de terceiros. Meu amigo é meu amigo, pow! Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. Até que a falsidade nos separe (hehehe).
E, se eu digo que amo, eu amo meRmo! Agora, amor é uma sementinha e precisa de um adubo (daqueles de vaca, bem fedorento… são os melhores!), de uma água pra regar de vez em quando. Nascerão flores, frutos, lindas árvores talvez, mas a semente, essa tem que está cada vez mais fincada à terra.
Há quem diga que expor o amor é a melhor forma de amar. Ou amar em silencio é melhor, pois evita olho-gordo, peitica (como diz minha mãe) ou sei lá o que! Ai gente, expor ou não expor não vem ao caso, só é necessário saber se o amor que está em questão é aquele que te traz um sorriso no rosto, um olhar com lágrimas (daquelas insistentes que a gente não quer colocar pra fora, mas ela insiste em sair), que nos traz saudade, mesmo que seja de uma briga.
Um amor de fato sincero,que mora dentro do peito, com mais ou menos afinidade. Só não pode existir mentira. Vê lá hein?! Vamos saber cuidar do nosso coração direitinho, só vamos deixar fazer moradia aqueles que saberão manter a casa sempre arrumada.




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Ameei ameei, me identifiquei demais !